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Polícia trata como sequestro o desaparecimento da mãe de apresentadora de TV nos EUA


Nany Guthrie está desaparecida desde o sábado (31) Departamento do Xerife do Condado de Pima via AP A polícia do estado do Arizona, nos Estados Unidos, acredita que a mãe da apresentadora norte-americana Savannah Guthrie, que está desaparecida desde o último sábado (31), foi sequestrada. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça "Acreditamos 100% neste momento que ela não poderia ter saído daquela casa por conta própria", disse o xerife do condado de Pima, Chris Nanos, à CBS News. "Acredito que ela foi sequestrada, sim. Ela não saiu de lá andando. Ela não foi por vontade própria. Não acreditamos nisso". Ainda segundo a polícia, a mulher tem mobilidade reduzida e não poderia ter saído de casa sem ajuda. Veja os vídeos em alta do g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 Nancy Guthrie, de 84 anos, foi vista pela última vez em sua casa no sábado à noite, quando recebeu a visita de seus filhos. A polícia foi acionada sobre o seu desaparecimento na tarde do domingo (1). Segundo seus familiares, há uma preocupação com Nancy porque ela precisa tomar remédios diariamente. "Isso não tem nada a ver com demência, ela está lúcida. A família quer que todos saibam que ela não é alguém que simplesmente desapareceu", continuou o xerife. Savannah Guthrie, que apresenta o "Today Show" na emissora americana NBC, não compareceu ao trabalho em Nova York nesta segunda-feira (2). "Neste momento, nosso foco continua sendo o retorno seguro de nossa querida mãe", disse a apresentadora em um comunicado lido por seus colegas. Apresentadora do programa "Today Show", Savannah Guthrie Foto de Evan Agostini/Invision/AP, arquivo

source https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/02/02/policia-sequestro-desaparecimento-mae-apresentadora-tv-eua.ghtml

Bad Bunny é aplaudido em discurso contra agência de imigração nos EUA: 'Não somos animais'


Bad Bunny discursa ao vencer Grammy de melhor álbum de música urbana REUTERS/Daniel Cole Bad Bunny foi aplaudido ao discursar contra o ICE (agentes do serviço de imigração dos EUA) no Grammy neste domingo (1º). Ao vencer o prêmio de Melhor Álbum de Música Urbana, ele falou que era preciso "responder ao ódio com amor". "Não somos selvagens, não somos animais, não somos alienígenas, somos humanos e somos americanos. O ódio se torna mais poderoso com mais ódio. A única coisa mais poderosa que o ódio é o amor. Então, por favor, precisamos ser diferentes." Ao vencer o prêmio de canção do ano, Billie Eilish também falou sobre o assunto. Ela disse que "ninguém é ilegal em terras roubadas" e encerrou o discurso dizendo "foda-se o ICE". Além deles, artistas como Kehlani e Justin Bieber apareceram usando pins escrito "ICE OUT" (fora ICE), em meio a protestos nos Estados Unidos. Como Bad Bunny usou seu novo disco para defender a história e a cultura de Porto Rico Protestos contra ICE nos EUA A onda de manifestações, intitulada "ICE Fora de Todos os Lugares", critica as táticas de controle a imigração do governo de Donald Trump e ocorre após a morte de civis em operações federais. Trata-se de uma resposta após mortes recentes envolvendo os agentes federais. Em Minneapolis, a morte de dois cidadãos americanos, Renee Good e Alex Pretti, causou revolta inclusive entre aliados do governo.

source https://g1.globo.com/pop-arte/musica/noticia/2026/02/01/bad-bunny-e-aplaudido-ao-dizer-fora-ice-no-grammy-nao-somos-animais-somos-humanos.ghtml

Vídeos feitos por corretora foram fundamentais para a solução do caso e prisão de síndico, diz polícia


Fantástico reconstitui últimos passos de corretora morta no interior de Goiás Depois de 43 dias de investigação, a polícia de Goiás conseguiu desvendar a morte da corretora Daiane Alves. O assassino confesso é Cléber Rosa de Oliveira, o síndico do prédio onde ela morava. O Fantástico mostra como uma sequência de imagens, áudios e contradições levou à prisão de quem deveria zelar pela segurança dos moradores. A última imagem de Daiane Alves, de 43 anos, com vida é de 17 de dezembro de 2025. Foi captada pela câmera do elevador do prédio onde ela morava, em Caldas Novas, no interior de Goiás. A corretora desceu ao subsolo e sumiu, sem deixar rastros. O mistério só acabou com a prisão de Cléber Rosa de Oliveira, que confessou o crime. O filho de Cléber, Maicon Douglas, também foi preso, segundo a polícia, por ter acobertado o crime e obstruído as investigações. "Quarenta e três dias esperando um resultado do que aconteceu com ela, e o síndico andando normalmente, aparando grama ali, cuidando da grama, sabendo que a minha filha estava jogada no meio do mato”, diz Nilse Pontes, mãe de Daiane. Cléber levou a polícia até o corpo e deu detalhes do que fez naquele dia. Ele contou no depoimento que abandonou a corretora já morta a uns 15 metros da rodovia, em área de mata mais fechada. Até confessar o crime, Cléber agia com frieza sobre o sumiço da corretora. Vídeos feitos por corretora foram fundamentais para a solução do caso e prisão de síndico, diz polícia Fantástico/ Reprodução Em um crime tão brutal, é preciso entender o quebra-cabeça que fez deste conflito a história de uma morte anunciada. A família conta que tudo começou em novembro de 2024, quando Daiane passou a administrar os imóveis da família dela, que antes eram cuidados por Cléber. Em seguida, outros condôminos também transferiram a administração de seus imóveis para a corretora. Segundo a família, o síndico se sentia dono do prédio, porque ajudou a concluir a obra que tinha sido abandonada pela construtora, e impunha regras criadas por ele, com aplicação de multas e punições para quem descumpria. Entre as restrições impostas pelo síndico estava a proibição de circulação pelas áreas comuns do prédio. O embate se agravou ao ponto de Daiane ser expulsa do condomínio, com denúncias, segundo a família, sem provas. Daiane conseguiu voltar ao prédio com uma liminar da Justiça. O inquérito sobre o assassinato traz imagens de Cléber, às 18h45, na área externa, cuidando de uma obra. Dois minutos depois, ele vai em direção à porta que dá acesso às escadas – é a última imagem dele pouco antes de Daiane desaparecer. Enquanto isso, Daiane vai fazendo registros reclamando de mais uma falta de luz. Ela entra no elevador às 18h57 e desce com um morador. Ela vai até a portaria e não encontra ninguém. Retorna ao elevador três minutos depois, ainda gravando, e sai no subsolo na sequência. A partir daí não existem mais registros porque a única câmera do subsolo não estava funcionando no dia. A perícia ainda está analisando se as imagens foram manipuladas, apagadas ou se a câmera tinha sido desligada. Das dez câmeras do condomínio, apenas três foram entregues pelo síndico à polícia. Vídeos feitos por corretora foram fundamentais para a solução do caso e prisão de síndico, diz polícia Fantástico/ Reprodução A Delegacia de Homicídios assumiu as investigações e concluiu que os vídeos feitos por Daiane foram fundamentais para a solução do caso. Quando ela desce ao subsolo, ela grava dois vídeos e encaminha à amiga Georgiana dos Passos Silva, que mora em Uberlândia, Minas Gerais. "Ela já foi gravando em tempo real e me encaminhando. Ela ia descer até a recepção para poder questionar o que estava acontecendo", conta Georgiana dos Passos Silva, amiga de Daiane. "O que é que se mostrou para os investigadores? Que ela gravou um primeiro vídeo e enviou. Gravou um segundo vídeo e enviou. Ela está claramente gravando um terceiro vídeo. Esse terceiro vídeo nunca chegou a ser enviado. Então, mostrou para nós, investigadores, que ela não queria desaparecer e que, de alguma forma, esse vídeo foi interceptado antes de chegar ao seu destinatário. Esse foi o elemento crucial para que a gente entendesse que estávamos diante de um homicídio", afirma o delegado André Barbosa. As imagens do carro do síndico a caminho da rodovia, primeiro com a capota fechada e depois aberta, ajudaram no quebra-cabeça. "Ele faz esse deslocamento, volta para cidade, é captado por outra imagem já com a capota aberta, 48 minutos depois, em um trecho que duraria mais ou menos 15”, diz o delegado André Barbosa. As imagens do carro do síndico a caminho da rodovia, primeiro com a capota fechada e depois aberta, ajudaram no quebra-cabeça. Fantástico/ Reprodução As testemunhas também ajudaram a traçar o cenário. "E a primeira pessoa que acessa o S1 é às 19h08. É uma moradora do prédio, uma senhora. Ela diz: ‘Doutor, eu não ouvi nada’. Qualquer pessoa que praticou esse crime teria que ter praticado ele em oito minutos. Qual outro autor poderia acessar o prédio, tirar a Daiane de lá, sair de lá e retornar, e detalhe, trancar a porta que Daiane deixou aberta?", diz o delegado André Barbosa. A defesa de Cléber disse que o cliente está contribuindo para o esclarecimento dos fatos. Os advogados do filho negam o envolvimento de Maicon. Uma reconstituição foi feita no condomínio. O Fantástico apurou que o corpo da corretora tinha uma bala alojada na cabeça, mas não ficou claro onde Daiane foi morta. Ninguém ouviu tiros no dia do desaparecimento. A perícia também procurou sangue no chão e no carro do síndico. O celular dela estava na tubulação de esgoto da garagem. A arma do crime ainda não foi apresentada. Ouça os podcasts do Fantástico ISSO É FANTÁSTICO O podcast Isso É Fantástico está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts, trazendo grandes reportagens, investigações e histórias fascinantes em podcast com o selo de jornalismo do Fantástico: profundidade, contexto e informação. Siga, curta ou assine o Isso É Fantástico no seu tocador de podcasts favorito. Todo domingo tem um episódio novo. PRAZER, RENATA O podcast 'Prazer, Renata' está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts. Siga, assine e curta o 'Prazer, Renata' na sua plataforma preferida.

source https://g1.globo.com/fantastico/noticia/2026/02/01/videos-feitos-por-corretora-foram-fundamentais-para-a-solucao-do-caso-e-prisao-de-sindico-diz-policia.ghtml

Conheça Mila, a 'sagui-caveirinha' que viajou de SP para o RS com a missão de ajudar a salvar espécie da extinção


'Sagui-caveirinha' Mila tem a missão de ajudar a salvar espécie da extinção Não se trata de uma moradora qualquer. A chegada de Mila ao Parque Zoológico de Sapucaia do Sul nesta sexta-feira (30) representa um passo crucial em uma corrida contra o tempo. A pequena fêmea de sagui-da-serra-escuro (Callithrix Aurita), que em breve completará três anos, carrega a esperança de sobrevivência para a espécie de primatas ameaçada no Brasil. Sua missão no Rio Grande do Sul é clara: formar um casal com Lindo, um macho que vive no zoo desde 2024. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Este "casamento arranjado" foi cuidadosamente planejado por especialistas do Plano de Ação Nacional para a Conservação da Espécie, coordenado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). O objetivo é gerar filhotes e criar uma população reserva, segura e geneticamente viável, longe das ameaças da natureza. 🔍 Apelidada de "sagui-caveirinha" por sua face branca e expressiva que contrasta com a pelagem escura do corpo, a espécie enfrenta um cenário dramático. Endêmica de áreas de Mata Atlântica em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, sua população encolheu em pelo menos 50% nos últimos 18 anos, vítima da destruição de seu habitat e da competição com espécies de saguis invasoras. Uma história de superação A própria existência de Mila é o que a torna tão especial para os biólogos e veterinários que acompanham sua trajetória. Nascida em 30 de março de 2023 no Centro de Conservação da Fauna Silvestre (Cecfau), em São Paulo, sua chegada foi celebrada como um verdadeiro milagre. Sua mãe, Bia, tinha um histórico reprodutivo extremamente delicado e havia perdido seis filhotes em partos anteriores. Vê-la nascer e crescer forte e saudável foi uma vitória para a equipe, que a batizou de Mila em alusão à palavra "milagre". “O nascimento da Mila foi um momento muito especial para toda a equipe. Depois de tantas perdas, vê-la crescer forte e saudável foi uma grande conquista”, afirmou Giannina Piatto Clerici, gestora do Cecfau. Agora, no Zoo de Sapucaia do Sul, Mila passará por uma quarentena obrigatória. É um período de adaptação e exames, longe dos olhos do público, antes do encontro com Lindo. Segundo o biólogo do parque, Eduardo Polanczyk da Silva, o sucesso dessa união é fundamental. “O Zoo participa do Programa Nacional de Conservação do Sagui-da-Serra-Escuro, que tem por objetivo manter uma população de segurança da espécie”, explicou. “Esse trabalho possibilita ações de reforço populacional em áreas onde ainda exista o sagui-da-serra-escuro, bem como de reintrodução em áreas onde a espécie tenha sido localmente extinta”, completou. Conheça Mila, a 'sagui-caveirinha' que viajou de SP para o RS com a missão de ajudar a salvar espécie da extinção Igor de Almeida/Ascom Sema VÍDEOS: Tudo sobre o RS

source https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2026/02/01/conheca-mila-a-sagui-caveirinha-que-viajou-de-sp-para-o-rs-com-a-missao-de-ajudar-a-salvar-especie-da-extincao.ghtml